A Guerra Comercial EUA vs China – Impacto na União Europeia
Tem-se assistido nos últimos meses trocas de palavras entre a China e os Estados Unidos da América. Os dois dois governos não se ficaram apenas pelas trocas de palavras, a Administração de Donald Trump decidiu avançar com a aplicação de taxas alfandegárias de 10% numa lista de 5.745 produtos provenientes da China, avaliados em 200 bilhões de dólares (Deglória & Pozzi, 2018). O Governo Chinês respondeu na mesma moeda, com taxas no valor de 60 bilhões de dólares, colocando taxas a 5.200 produtos produzidos nos Estados Unidos, com taxas variáveis entre 5% e 25% (Deglória & Pozzi, 2018).
Claramente que estamos num campo de gigantes económicos, é notório e de conhecimento público que a China, com a sua política expansionista caminha a passos largos com o objetivo de assumir as rédeas da economia mundial.
Esta guerra económica entre os dois países, causa impactos negativos a nível global, principalmente a economias que de alguma forma encontram-se dependentes da exportação. Após décadas de dominação do mercado, sem concorrência, os Estados Unidos encontram na China uma ameaça real, fruto da expansão comercial Chinesa através da conquista de vários mercados internacionais, como o mercado em África, Europa e Brasil.
A guerra comercial entre a China e os Estados Unidos não terá um final feliz, caso as ameaças continuem. Estamos a viver tempos difíceis e grande incerteza acerca do futuro. Algumas guerras deixaram de ser bélicas, e passaram a ser económicas, com estes “espirros destes gigantes, alguns iram se constipar de certeza”.
Apesar da crescente guerra nas relações económicas, os dois países possuem dependência mútua. A China crítica os Estados Unidos pelas restrições à exportação deprodutos de alta tecnologia. Já os Estados Unidos, criticam a China pela deslealdade, no que toca ao Estatuto de Economia de Mercado, o superavit comercial e o desrespeito pelos Direitos de Propriedade Intelectual (Chunding, Chuantian, & Chuangwei, 2018).
Os Estados Unidos consideram que o plano, impulsionado pelo Estado chinês, viola os compromissos da China em abrir o seu mercado, nomeadamente ao forçar empresas estrangeiras a transferirem tecnologia e ao atribuírem subsídios às empresas domésticas, enquanto as protege da competição externa (Colaço, 2018).
Claramente que estamos num campo de gigantes económicos, é notório e de conhecimento público que a China, com a sua política expansionista caminha a passos largos com o objetivo de assumir as rédeas da economia mundial.
Esta guerra económica entre os dois países, causa impactos negativos a nível global, principalmente a economias que de alguma forma encontram-se dependentes da exportação. Após décadas de dominação do mercado, sem concorrência, os Estados Unidos encontram na China uma ameaça real, fruto da expansão comercial Chinesa através da conquista de vários mercados internacionais, como o mercado em África, Europa e Brasil.
A guerra comercial entre a China e os Estados Unidos não terá um final feliz, caso as ameaças continuem. Estamos a viver tempos difíceis e grande incerteza acerca do futuro. Algumas guerras deixaram de ser bélicas, e passaram a ser económicas, com estes “espirros destes gigantes, alguns iram se constipar de certeza”.
Apesar da crescente guerra nas relações económicas, os dois países possuem dependência mútua. A China crítica os Estados Unidos pelas restrições à exportação deprodutos de alta tecnologia. Já os Estados Unidos, criticam a China pela deslealdade, no que toca ao Estatuto de Economia de Mercado, o superavit comercial e o desrespeito pelos Direitos de Propriedade Intelectual (Chunding, Chuantian, & Chuangwei, 2018).
Os Estados Unidos consideram que o plano, impulsionado pelo Estado chinês, viola os compromissos da China em abrir o seu mercado, nomeadamente ao forçar empresas estrangeiras a transferirem tecnologia e ao atribuírem subsídios às empresas domésticas, enquanto as protege da competição externa (Colaço, 2018).
A guerra comercial é uma proteção ou o desenvolvimento de medidas de retaliação. Algumas medidas podem ser o agravamento da pauta de importação global de todos os produtos importados de um país especifico, ou o desenvolvimento de uma tarifa de importação de um determinado produto importado de outro país (Chunding, Chuantian, & Chuangwei, 2018).
A competição é sobre quem impõe taxas mais elevadas aos produtos, resultando assim numa guerra tarifária entre as duas economias que, por sinal estão muito dependentes uma da outra. É claro que os efeitos desta guerra não podem ser iguais para os dois estados, neste jogo de força, põe em causa o sistema financeiro global.
É necessário, em primeiro lugar, analisar os efeitos sobre a China. Os resultados mostram que a China vai ser significativamente afetada por contingentes da guerra comercial em todos os indicadores de bem-estar, inclusive, o produto interno bruto (PIB), o emprego na indústria transformadora e o comércio. Dentro deles, proeminentes no comércio. A produção e o emprego terão efeitos moderados e no bem-estar, o efeito será relativamente baixo. Os efeitos negativos sobre a China serão acessíveis, na medida em que não vão provocar o colapso da economia Chinesa. O que significa que as guerras comerciais não irá ferir gravemente a economia da China. Em comparação com as medidas pautais unilateral pelos EUA, a retaliação da China irá diminuir a sua perda,de forma contingente retaliação aos EUA é uma estratégia preferencial para a China. Os efeitos negativos desta guerra para a china, estão positivamente relacionadas com os níveis de importação (Chunding, Chuantian, & Chuangwei, 2018). Por outro lado, a China pode obter vantagens na retaliação aos EUA. A China contribui para 30% do crescimento econômico global. Embora a taxa de crescimento de dois dígitos da China tenha recentemente chegado ao fim, e a economia esteja agora em um estágio chamado de "nova normal", a economia chinesa continua a crescer (Zhanga, Lei, Ji, & Kutan, 2018).
A China tornou-se mais ativa no desenvolvimento económico global. Por exemplo, a 16 de janeiro de 2016, lançou o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB), que atualmente conta com 84 membros. O banco é considerado um esforço para aumentar o status e a influência da China na economia global. Após dois anos desde a sua criação, expandiu um total de US $ 4,23 bilhões em empréstimos. Outras iniciativas com objetivos semelhantes incluem o Cinturão Económico da Rota da Seda e o projeto
A competição é sobre quem impõe taxas mais elevadas aos produtos, resultando assim numa guerra tarifária entre as duas economias que, por sinal estão muito dependentes uma da outra. É claro que os efeitos desta guerra não podem ser iguais para os dois estados, neste jogo de força, põe em causa o sistema financeiro global.
É necessário, em primeiro lugar, analisar os efeitos sobre a China. Os resultados mostram que a China vai ser significativamente afetada por contingentes da guerra comercial em todos os indicadores de bem-estar, inclusive, o produto interno bruto (PIB), o emprego na indústria transformadora e o comércio. Dentro deles, proeminentes no comércio. A produção e o emprego terão efeitos moderados e no bem-estar, o efeito será relativamente baixo. Os efeitos negativos sobre a China serão acessíveis, na medida em que não vão provocar o colapso da economia Chinesa. O que significa que as guerras comerciais não irá ferir gravemente a economia da China. Em comparação com as medidas pautais unilateral pelos EUA, a retaliação da China irá diminuir a sua perda,de forma contingente retaliação aos EUA é uma estratégia preferencial para a China. Os efeitos negativos desta guerra para a china, estão positivamente relacionadas com os níveis de importação (Chunding, Chuantian, & Chuangwei, 2018). Por outro lado, a China pode obter vantagens na retaliação aos EUA. A China contribui para 30% do crescimento econômico global. Embora a taxa de crescimento de dois dígitos da China tenha recentemente chegado ao fim, e a economia esteja agora em um estágio chamado de "nova normal", a economia chinesa continua a crescer (Zhanga, Lei, Ji, & Kutan, 2018).
A China tornou-se mais ativa no desenvolvimento económico global. Por exemplo, a 16 de janeiro de 2016, lançou o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB), que atualmente conta com 84 membros. O banco é considerado um esforço para aumentar o status e a influência da China na economia global. Após dois anos desde a sua criação, expandiu um total de US $ 4,23 bilhões em empréstimos. Outras iniciativas com objetivos semelhantes incluem o Cinturão Económico da Rota da Seda e o projeto
da Rota da Seda Marítima do Século XXI também conhecida como a iniciativa One Belt, One Road (OBOR) (Zhanga, Lei, Ji, & Kutan, 2018).
A China tem se tornado mais visível nas arenas económicas e políticas internacionais após décadas de desenvolvimento, e demonstrou o potencial para se tornar uma grande potência. O recente conflito comercial EUA-China refletiu uma visão de que a crescente economia chinesa impôs uma ameaça ao sistema internacional do pós-guerra, dominado pelo Ocidente. A questão-chave é se esse argumento tem uma base económica ou se é simplesmente impulsionado politicamente. É, portanto, de grande interesse para economistas, investidores, políticos e políticos investigarem como o poder económico crescente da China afetou os mercados internacionais em comparação com o representante do Ocidente (Zhanga, Lei, Ji, & Kutan, 2018).
Aproximam-se tempos difíceis, pois paira no ar uma incerteza sobre esta luta, parece que de forma advertida, aguarda-se a passagem desta guerra comercial para a bélica. É sabido que os EUA, quando não conseguem o que pretendem por via económica, entram no campo político, aplicando sanções severas contra a China não só nos EUA, como na Europa, como se sabe aliados dos EUA.
E quanto à União Europeia, que impacto poderá ter esta guerra no Mercado Único?
Diante de um conflito destes, é impossível que alguns, mercados não sofram grandes perdas. Neste momento a economia global encontra-se dependente destes dois gigantes económicos. Um conflito entre os dois, seria quase impossível não criar moças nos mercados financeiros internacionais. E a União Europeia não seria exceção. É cada vez mais visível a presença das grandes empresas Chinesas no mercado único, apesar de existirem países mais expostos ao mercado chinês através das empresas controladas pelo Partido Comunista Chinês.
A UE, entretanto, e apesar de não concordar com os métodos de Trump, compartilha as suas preocupações sobre as práticas desleais chinesas: o dumping. A Europa também denuncia subsídios ilegais a certas indústrias, transferências tecnológicas forçadas e a falta de reciprocidade de acesso aos respetivos mercados. E começou a tomar medidas sobre isso, de um sistema de escrutínio aos investimentos estrangeiros em território da UE a denúncias formais contra a China na OMC sobre proteção da propriedade
A China tem se tornado mais visível nas arenas económicas e políticas internacionais após décadas de desenvolvimento, e demonstrou o potencial para se tornar uma grande potência. O recente conflito comercial EUA-China refletiu uma visão de que a crescente economia chinesa impôs uma ameaça ao sistema internacional do pós-guerra, dominado pelo Ocidente. A questão-chave é se esse argumento tem uma base económica ou se é simplesmente impulsionado politicamente. É, portanto, de grande interesse para economistas, investidores, políticos e políticos investigarem como o poder económico crescente da China afetou os mercados internacionais em comparação com o representante do Ocidente (Zhanga, Lei, Ji, & Kutan, 2018).
Aproximam-se tempos difíceis, pois paira no ar uma incerteza sobre esta luta, parece que de forma advertida, aguarda-se a passagem desta guerra comercial para a bélica. É sabido que os EUA, quando não conseguem o que pretendem por via económica, entram no campo político, aplicando sanções severas contra a China não só nos EUA, como na Europa, como se sabe aliados dos EUA.
E quanto à União Europeia, que impacto poderá ter esta guerra no Mercado Único?
Diante de um conflito destes, é impossível que alguns, mercados não sofram grandes perdas. Neste momento a economia global encontra-se dependente destes dois gigantes económicos. Um conflito entre os dois, seria quase impossível não criar moças nos mercados financeiros internacionais. E a União Europeia não seria exceção. É cada vez mais visível a presença das grandes empresas Chinesas no mercado único, apesar de existirem países mais expostos ao mercado chinês através das empresas controladas pelo Partido Comunista Chinês.
A UE, entretanto, e apesar de não concordar com os métodos de Trump, compartilha as suas preocupações sobre as práticas desleais chinesas: o dumping. A Europa também denuncia subsídios ilegais a certas indústrias, transferências tecnológicas forçadas e a falta de reciprocidade de acesso aos respetivos mercados. E começou a tomar medidas sobre isso, de um sistema de escrutínio aos investimentos estrangeiros em território da UE a denúncias formais contra a China na OMC sobre proteção da propriedade
intelectual e o excesso de capacidade em setores como o aço e o alumínio (Deglória & Pozzi, 2018).
Nessa última iniciativa, a UE se une ao Japão e aos EUA. Bruxelas também não se esquece do trabalho de formiga que a China realiza nos países do Leste Europeu e nos Balcãs, através de investimentos. Estes resultaram em atritos entre os parceiros no momento de, por exemplo, condenar os abusos de direitos humanos no país asiático (Deglória & Pozzi, 2018).
Desde que Donald Trump tomou posse como presidente dos Estados Unidos, tem vindo a revogar vários acordos comerciais que o País tinha com os aliados, como o NAFTA (US. México e Canadá), a União Europeia não foi exceção, Trump aplicou o fim da Isenção de direitos aduaneiros nas importações.
Países como Portugal e França, seriam bastante afetados devido a exposição à China, uma vez que as empresas Chinesas controlam setores importantes do país. Em Portugal existem alguns casos como EDP, REN e alguns bancos comerciais. Sempre existiu uma preocupação da União Europeia em tentar apaziguar o modelo protecionista adotado por Donald Trump, pois era também a Europa uma vitima deste protecionismo.
Será assim necessário recuar até Março do presente ano, quando Trump passou a ação as suas medidas há muito anunciadas. Em março entram em vigor taxas aduaneiras de 25% sobre a importação de aço e de 10% sobre o alumínio que entra nos EUA, numa medida que deixa inicialmente de fora o México e o Canadá (no âmbito do Acordo do Comércio Livre da América do Norte - NAFTA) e os países aliados, nomeadamente a EUA (Lusa, 2018).
A resposta Europeia não se fez esperar, ripostando em bloco. As medidas entraram em vigor no dia 22 de junho, começaram a cobrar tarifas de importação de 25% sobre uma série de produtos norte-americanos, no valor total de 3,35 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros), tendo nesse mesmo dia Trump admitido impor sobretaxas de 25% sobre importações de automóveis europeus, consideradas como uma ameaça à segurança nacional (Lusa, 2018).
Enontra-se aberta uma guerra comercial com os principais atores económicos mundial. A União Europeia, não deve estar preocupada apenas com a guerra comercial entre Estados Unidos e China, pois ela mesma pode vir a ser uma vítima do protecionismo de Trump.
Nessa última iniciativa, a UE se une ao Japão e aos EUA. Bruxelas também não se esquece do trabalho de formiga que a China realiza nos países do Leste Europeu e nos Balcãs, através de investimentos. Estes resultaram em atritos entre os parceiros no momento de, por exemplo, condenar os abusos de direitos humanos no país asiático (Deglória & Pozzi, 2018).
Desde que Donald Trump tomou posse como presidente dos Estados Unidos, tem vindo a revogar vários acordos comerciais que o País tinha com os aliados, como o NAFTA (US. México e Canadá), a União Europeia não foi exceção, Trump aplicou o fim da Isenção de direitos aduaneiros nas importações.
Países como Portugal e França, seriam bastante afetados devido a exposição à China, uma vez que as empresas Chinesas controlam setores importantes do país. Em Portugal existem alguns casos como EDP, REN e alguns bancos comerciais. Sempre existiu uma preocupação da União Europeia em tentar apaziguar o modelo protecionista adotado por Donald Trump, pois era também a Europa uma vitima deste protecionismo.
Será assim necessário recuar até Março do presente ano, quando Trump passou a ação as suas medidas há muito anunciadas. Em março entram em vigor taxas aduaneiras de 25% sobre a importação de aço e de 10% sobre o alumínio que entra nos EUA, numa medida que deixa inicialmente de fora o México e o Canadá (no âmbito do Acordo do Comércio Livre da América do Norte - NAFTA) e os países aliados, nomeadamente a EUA (Lusa, 2018).
A resposta Europeia não se fez esperar, ripostando em bloco. As medidas entraram em vigor no dia 22 de junho, começaram a cobrar tarifas de importação de 25% sobre uma série de produtos norte-americanos, no valor total de 3,35 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros), tendo nesse mesmo dia Trump admitido impor sobretaxas de 25% sobre importações de automóveis europeus, consideradas como uma ameaça à segurança nacional (Lusa, 2018).
Enontra-se aberta uma guerra comercial com os principais atores económicos mundial. A União Europeia, não deve estar preocupada apenas com a guerra comercial entre Estados Unidos e China, pois ela mesma pode vir a ser uma vítima do protecionismo de Trump.
A guerra comercial vive atualmente uma trégua, na sequência de um encontro, em 25 de julho, em Washington, entre o presidente da Comissão Europeia e Donald Trump, do qual saiu a garantia de que os norte-americanos e europeus "vão trabalhar em conjunto" para estabelecer uma relação comercial livre de taxas alfandegárias, livre de barreiras e livre de subsídios para bens industriais (Lusa, 2018).
Em conclusão, com esta escalada entre a China e os Estados Unidos, o mercado único não é exceção à derrapagem. É dado assente que os Estados Unidos teriam muito mais a perder com esta guerra contra a China, uma vez que esta última tem influência em vários mercados internacionais, com ênfase no mercado Africano, dada a sua expansão no continente berço. A guerra comercial Estados Unidos – China, tem tido impacto negativo na zona Euro, com um abrandamento do crescimento.
Por fim, o crescimento da economia da zona euro abrandou, em termos homólogos, no segundo trimestre, para os 2,1%, e o da União Europeia para os 2,2%, segundo uma estimativa rápida divulgada pelo Eurostat (Lusa, 2018).
Bibliografia
Chunding, L., Chuantian, H., & Chuangwei, L. (2018). Impactos Econômicos da Possível guerra Comercial China-EUA. Emerging Markets Finance & Trade , 54 Issue 7, p1557-1577. 21p. 9.
Colaço, B. (2018). Jornal de Negócios . Retrieved from Jornal de Negócios: https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/detalhe/comissao-europeia-guerra- comercial-chinaeua-ameaca-abrandar-economia-mundial--
FonteDeglória, X., & Pozzi, S. (2018, Setembro 19). El País Internacional. Retrieved from Brasil.elpaís.com: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/internacional/1537258304_804673.html?rel= mas
Lusa. (2018, Agosto 11). Diário de Noticias. Retrieved from Diário de Noticias : https://www.dn.pt/lusa/interior/guerra-comercial-entre-eua-china-e-ue-agudiza-receios- de-abrandamento-economico-9707190.html
Em conclusão, com esta escalada entre a China e os Estados Unidos, o mercado único não é exceção à derrapagem. É dado assente que os Estados Unidos teriam muito mais a perder com esta guerra contra a China, uma vez que esta última tem influência em vários mercados internacionais, com ênfase no mercado Africano, dada a sua expansão no continente berço. A guerra comercial Estados Unidos – China, tem tido impacto negativo na zona Euro, com um abrandamento do crescimento.
Por fim, o crescimento da economia da zona euro abrandou, em termos homólogos, no segundo trimestre, para os 2,1%, e o da União Europeia para os 2,2%, segundo uma estimativa rápida divulgada pelo Eurostat (Lusa, 2018).
Bibliografia
Chunding, L., Chuantian, H., & Chuangwei, L. (2018). Impactos Econômicos da Possível guerra Comercial China-EUA. Emerging Markets Finance & Trade , 54 Issue 7, p1557-1577. 21p. 9.
Colaço, B. (2018). Jornal de Negócios . Retrieved from Jornal de Negócios: https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/detalhe/comissao-europeia-guerra- comercial-chinaeua-ameaca-abrandar-economia-mundial--
FonteDeglória, X., & Pozzi, S. (2018, Setembro 19). El País Internacional. Retrieved from Brasil.elpaís.com: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/internacional/1537258304_804673.html?rel= mas
Lusa. (2018, Agosto 11). Diário de Noticias. Retrieved from Diário de Noticias : https://www.dn.pt/lusa/interior/guerra-comercial-entre-eua-china-e-ue-agudiza-receios- de-abrandamento-economico-9707190.html
Zhanga, D., Lei, L., Ji, Q., & Kutan, A. M. (2018). Incerteza da política econômica nos EUA e na China e seu impacto nos mercados globais.(Economic policy uncertainty in the US and China and their impact on the global markets). Economic Modelling .
Aluno: Nelson Jaime No 21392
Aluno: Nelson Jaime No 21392
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